Kerlon e Gabriel amigos e Magoninho

By: TsukiGva2 (published on: )

Hoje apresento para vocês um texto sobre amizade

A amizade

Nem mesmo a força do tempo irá destruir

Somos verdade

Nem mesmo este samba de amor pode nos resumir

-- Fundo de Quintal

dedico este texto ao inventor deste blog: Kerlon UNIVC também conhecido como namorado de girardene e também o elefante do php em pessoa. e dedico este texto ao designer gráfico prompt engineer gabriel lovable.ai também conhecido como amador de homens e React.js.

😊

dedico também este texto ao magoninho malvado pythonista também conhecido como The Cherno 2, dizem que possui um QI de 3200.

e a todos os outros programadores que são explorados no trabalho todos os dias.

Introdução

A experiência do jovem moderno é repleta de um constante sentimento de solidão. E, por mais que importante, tão quanto outras sensações, dói quando nos sentimos sozinhos. Em breve irei tocar nesse assunto, contudo, no momento possuo uma reflexão, mesmo que paralela, garanto, que conexões estão sim no horizonte, e algumas irão se mostrar até que óbvias, antes mesmo que eu as revele. Proponho que consideremos uma nova sensação, presente em minha, e, creio eu, em vossa experiência diária: o trabalho. O trabalho, o esforço e a dedicação, que nos dias de hoje, são, de certo modo, raros. Gratos somos pois recebemos para fazer algo em que sentimos prazer, em meio à hiperfocos que nos movem para executar repetitivas tarefas, para muitos consideradas insuportáveis. Pelo menos em meu caso, minha dedicação vem de um grande sentimento de solidão, me sinto confortável e até mesmo acolhido em meio à mundos digitais, construídos a partir de modelos de IA, sinais de rádio pelo ar, receptores de tais sinais de rádio, eufóricos brinquedos eletrônicos, como já dizia Mano Brown, dos Racionais MC's. Me conforta estar cego pelos monitores, tal qual uma estrela do futebol ou um cantor famoso, cego em meio aos refletores, me sinto forte como os mais fortes gladiadores, quando assistido por uma máquina. Ademais, não me sinto tão diferente de um ciborgue, ou de um cadeirante, ou de Stephen Hawking, falando por um computador, assim como nesses casos, se eu preciso da tecnologia para ser eu, isto me torna uma máquina também? Tenho apenas a agradecer aos meus amigos próximos, por me manterem na linha em meio às minhas alucinações, entre mulheres, computadores e até mesmo o Rio Branco, em qualquer caso eu preferiria mantê-los por perto.

Fiquei com preguiça de escrever o resto, sexo